Perguntas Frequentes
8. Enxaqueca oftálmica - Generalidades
Como é a enxaqueca oftálmica?
O diagnóstico de enxaqueca oftálmica, durante
muito tempo, era feito, de início, pelo oftalmologista.
Isto porque o cliente costuma informar, nestes casos, - percepção
de luzes, em formato de zig-zag, - perda de metade do campo
visual, recuperada com o passar da a crise, - forte dor-de-cabeça,
mais de um lado só, por isto chamada "hemicrania"
, - estado nauseoso, - fotofobia. Em muitos casos, a cefaléia
não cede com os analgésicos comuns. Costuma
melhorar com os ergotamínicos.
Os sintomas visuais, por precederem a dor, logo servem de
alerta para o paciente já experiente e este procura
evitá-la com a medicação conhecida. Este
tratamento é apenas sintomático; quer dizer
livra-o da crise, mas, não evita que possa ter outras,
a menos que se descubra uma causa definida. O oftalmologista
faz a consulta básica, com atenção especial
para o fundo-do-olho e costuma pedir exames complementares.
O primeiro cogitado é o de Campo visual. Inicialmente,
o tipo manual, que é de interpretação
mais acessível à maioria. Já dispomos
da modalidade computadorizada. Com este resultado, o cliente
é encaminhado ao Neurologista.
Sabemos que é um distúrbio fugaz, intermitente
e reversível da circulação cerebral.
Por isto, o tratamento deve ser presidido por Neurologista.
Inclusive, ele pode conseguir encontrar a causa inicial e
resolver definitivamente o problema. Aliás, a cefaléia
é tão complexa que hoje é objeto de estudo
integrado de vários especialistas: neurologistas, oftalmologistas,
psicólogos, clínicos etc. Já existem
clínicas e até hospitais, dedicados à
dor-de-cabeça.
(Resp. pela Comissão de Internet da SBO).