Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos da ibopamina tópica a 2% sobre a Pio (pressão intraocular) em olhos normais, suspeitos e olhos com glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) e sua eficácia como teste provocativo para glaucoma. Métodos: Foram selecionados 10 pacientes (20 olhos) com GPAA, 10 pacientes (20 olhos) suspeitos de GPAA e 10 pacientes (20 olhos) normais e submetidos ao teste da ibopamina a 2%. O teste foi considerado positivo quando, em uma das medidas (30, 45 e 60 minutos) após a instilação de 2 gotas de colírio de ibopamina a 2%, com intervalo de 5 minutos entre as gotas, houve aumento da Pio maior ou igual a 4 mmHg. Resultados: O teste da Ibopamina foi positivo em 16 (80%) olhos com GPAA (grupo 1), 9 (45%) olhos suspeitos (grupo 2) e 6 (30%) dos olhos considerados normais (grupo 3). A melhor relação sensibilidade/especificidade foi observada no minuto 60 para ambos os olhos (área sob a curva ROC: 0,90; sensibilidade: 90% e especificidade: 90%). Todos os pacientes referiram discreta ardência à instilação do colírio. Conclusão: Os resultados deste estudo sugerem que a ibopamina em forma de colírio pode representar uma alternativa na avaliação do equilíbrio hidrodinâmico intraocular em olhos com glaucoma.
Descritores: Agonistas dopaminérgicos/administração & dosagem; Glaucoma de ângulo aberto/diagnóstico; Pressão intraocular/efeito de drogas; Soluções oftálmicas; Sensibilidade e especificidadePurpose: Evaluation of the effects of topic ibopamine in normal eyes, suspects and eyes with primary open-angle glaucoma (POAG) as well as your efficacy as a provocative test for glaucoma. Methods: 10 POAG pacients (20 eyes), 10 pacients suspects of POAG (20 eyes) and 10 normal Pacients (20 eyes) were selected and submitted to the topic ibopamine test. The test was considered positive when in one of the measures (30, 45 and 60 minutes) after instillation of 2 drops of 2% ibopamine, 5 minutes apart, the intraocular pressure (IOP) elevation was = 4 mmHg. Results: The ibopamine test was positive in 16 (88%) eyes with POAG, 9 (45%) eyes suspects of POAG and 6 (30%) normal eyes. The best sensitivity/specificity ratio was achieved at 60 minutes for both eyes (Se/Sp: 90%) . All patients described a slight burning after ibopamine's instillation. Conclusion: The results of this study suggests that topical 2% ibopamine is a secure alternative to evaluate outflow system impairment in eyes with glaucoma.
Keywords: Dopamine agonists/administration & dosage; Open-angle glaucoma/diagnosis; Intraocular pressure/drug effects; Ophthalmic solutions; Sensitivity and specificity
A ibopamina (3,4 diisobutirilester de N-metildopamina)
é uma droga simpatomimética
dopaminérgica periférica que aumenta o fluxo
sanguíneo renal e é utilizada, por via oral, no tratamento
da insuficiência cardíaca congestiva.
Na forma tópica ocular exerce sobre o olho ação
midriática, não-cicloplégica, e ativa os receptores D1
dopaminérgicos presentes no epitélio secretor não
pigmentado do corpo ciliar, sendo capaz de induzir aumento
da pressão intraocular (Pio) em olhos com vias
de escoamento do humor aquoso alteradas(1,2).
O efeito hipertensivo da ibopamina tópica é transitório
(150 a 180 minutos) e não está relacionado à
midríase e sim, ao aumento da produção de humor aquoso(3-6).
O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos da
ibopamina tópica a 2% sobre a Pio em olhos normais,
suspeitos e olhos com glaucoma primário de ângulo aberto
e sua eficácia como teste provocativo para glaucoma.
Design do estudo e população
A coleta de dados foi realizada no Departamento
de Glaucoma da Disciplina de Oftalmologia da Faculdade
de Medicina do ABC.
Foram examinados 30 pacientes (60 olhos) e distribuídos
em 3 grupos distintos, de acordo com os critérios
de inclusão previamente estabelecidos.
Do total de pacientes, 13 eram do sexo masculino
e 17 do sexo feminino. A média de idade foi de 58 anos,
variando entre 46 e 78 anos.
Os olhos foram divididos em 3 grupos de 10 pacientes,
que apresentaram as seguintes características:
Grupo 1: 20 olhos de 10 pacientes, 5 do sexo masculino
e 5 do sexo feminino; idade média de 62 anos
(variando entre 45 e 78 anos), com o diagnóstico de
glaucoma primário de ângulo aberto, de acordo com os
seguintes critérios:
· Seio camerular aberto, evidenciado pela gonioscopia (desde Linha de Shwalb até Esporão Escleral visível em todos os olhos);
· Fundoscopia, mostrando ao exame do disco óptico, alterações características de glaucoma;
· Perimetria computadorizada Humphrey, Threshold Test, Central 24-2, convencional, apresentando alteração característica para glaucoma e correspondente à fundoscopia;
· Olhos não submetidos a procedimentos cirúrgicos incisionais ou laser;
· Pio detectada >21 mmHg;
· Excluídos pacientes utilizando análogos de prostaglandina para o tratamento de glaucoma.
Grupo 2: 20 olhos, de 10 pacientes, 4 do sexo masculino
e 6 do sexo feminino; idade média de 51 anos
(variando entre 38 e 72 anos), com a suspeita de
glaucoma primário de ângulo aberto (hipertensos oculares),
de acordo com os seguintes critérios:
· Fundoscopia, mostrando ao exame do disco óptico, alterações características de glaucoma;
· Perimetria computadorizada Humphrey, Threshold Test, Central 24-2, convencional, normal;
· Pio detectada > 21 mmHg.
· Olhos não submetidos a procedimentos cirúrgicos incisionais ou laser;
Grupo 3: 20 olhos, de 10 pacientes, 4 do sexo masculino
e 6 do sexo feminino; idade média de 61 anos
(variando entre 46 e 78 anos), de acordo com os seguintes
critérios:
· Pio detectada menor que 21 mmHg;
· Perimetria computadorizada Humphrey, Threshold Test, Central 24-2, convencional, normal;
· Seio camerular aberto evidenciado pela gonioscopia;
· Fundoscopia normal;
· Olhos não submetidos a procedimentos cirúrgicos incisionais ou laser.
Coleta de dados
Todos os pacientes foram submetidos ao teste da
ibopamina a 2% seguindo a sequência:
1.Tonometria de aplanação com tonômetro de Goldman;
2.Instilação de 1 gota de colírio - ibopamina a 2%;
3.Intervalo de 5 minutos;
4.Instilação de 1 gota de colírio - ibopamina a 2%;
5.Intervalo de 30 minutos;
6.Tonometria de aplanação com o mesmo tonômetro e pelo mesmo examinador;
7.Intervalo de 15 minutos (45 minutos após segunda gota);
8.Tonometria de aplanação com o mesmo tonômetro e pelo mesmo examinador;
9.Intervalo de 15 minutos (60 minutos após segunda gota);
10.Tonometria de aplanação com o mesmo tonômetro e pelo mesmo examinador.
O teste da ibopamina foi considerado positivo
quando o aumento da Pio, em qualquer uma das medidas
após a instilação, foi igual ou superior a 4 mmHg em
relação a Pio inicial.
Todos os colírios de ibopamina foram manipulados
pela mesma farmácia de manipulação (Ophtalmos)
e pelo mesmo profissional.
O teste da Ibopamina foi positivo em 16 (80%)
olhos com GPAA (grupo 1), 9 (45%) olhos suspeitos
(grupo 2) e 6 (30%) dos olhos considerados normais
(grupo 3).
Todos os pacientes apresentaram midríase
(>6mm) e queixaram-se de ardência após a instilação
do colírio de ibopamina a 2%. Nenhum efeito adverso
sistêmico foi observado e/ou atribuído à ibopamina.
Os dados foram analisados utilizando-se o programa
estatístico SPSS em sua versão 13.0.
Adotamos o nível de significância de 5% (0,005)
para aplicação dos testes estatísticos, ou seja, quando o
valor da significância calculada (p) for menor que 5%,
observamos uma diferença dita “estatisticamente
significante”. Não observamos diferenças estatisticamente
significantes entre os grupos na análise das idades,
bem como das pressões oculares basais bilateralmente.
Nesta avaliação, foi aplicado o teste de Kruskal-
Wallis com o intuito de verificarmos possíveis diferenças
entre os três grupos quando comparados
concomitantemente.
Após a utilização da ibopamina tópica, porém,
observamos que os grupos passaram a se comportar de
maneira diferente. Houve significância estatística nesta
divergência em suas avaliações nos minutos 30, 45 e 60,
tanto no olho direito quanto no esquerdo.Os grupos apresentaram-
se mais diferentes entre si nas medidas da Pio
após 45 e 60 minutos da utilização da ibopamina tópica
em relação à medida após 30 minutos, com valor de p no
olho esquerdo variando de 0,014 (minuto 30) para 0,003
(minuto 60) e 0,041 (minuto 30) para 0,009.
Utilizamos o teste de Mann-Whitney para identificarmos
quais grupos diferem entre si para aquelas variáveis
que se demonstraram estatisticamente
significantes, ou seja, comportamentos diferentes na análise
concomitante.
Na avaliação dos grupos controle x suspeito observamos
apenas comportamentos diferentes (p=0,020)
na variável minuto 60 para olho esquerdo. Já na avaliação
pareada dos grupos controle x glaucomatoso, houve
diferença estatisticamente significante em todas as variáveis
(minutos 30, 45 e 60) bilateralmente, sendo esta
análise demonstrativa que a elevação da Pio varia de
maneira mais significativa nos portadores de glaucoma.
A avaliação dos grupos suspeitos x glaucomatosos apresentou
comportamento intermediário em relação às anteriores,
com diferenças estatisticamente significantes
no minuto 30 para o olho esquerdo (p=0,030) e no minuto
45 para o olho esquerdo (p=0,002).
Observamos, portanto, que os grupos controle e
glaucomatoso apresentam-se como sendo os “mais diferentes”
entre si após utilização da ibopamina e que os
grupos controle e suspeito foram os que menos divergiram
após a sua utilização. Com o intuito de verificarmos
possíveis diferenças entre os quatro momentos de observação,
quando comparados concomitantemente por grupo
considerado, utilizamos o teste de Friedman. Nos grupos
controle, suspeito e glaucomatoso foi obtida diferença
estatística, ou seja , dentro de cada grupo houve diferença
de comportamento da Pio nas medidas basal, 30,
45 e 60 minutos.
Como em todas as comparações realizadas observamos
diferenças estatisticamente significantes, utilizamos
o Teste dos Postos Sinalizados de Wilcoxon para
identificarmos os momentos que se diferenciam entre si.
Na avaliação do grupo controle, observamos que o
“basal” diferencia-se do momento “30”,o momento “30”
diferencia-se do momento “60”, e o momento “45”diferencia-
se do momento “60”, para ambos os lados. Na
avaliação do grupo suspeito e glaucomatoso, no geral, o
momento “basal” diferencia-se dos demais momentos
que, por sua vez, são estatisticamente semelhantes. Para
identificarmos valores de “notas de corte” ou “cutoffs”
para o par de grupos controle e glaucomatoso utilizamos
a análise da curva ROC considerando os lados e
momentos de observação. A melhor relação sensibilidade/
especificidade para o teste, tanto para o olho direito
quanto para o olho esquerdo foi observada no momento
(minuto) 60, atingindo área sob curva de 0,90 bilateralmente.
A nota de corte correspondente ao minuto 60
para o olho direito encontrada foi 17,00, indicando valor
de sensibilidade e especificidade do teste de 90%.A nota
de corte correspondente ao minuto 60 para o olho esquerdo
encontrada foi de 16,50, indicando valor de sensibilidade
e especificidade de 90%. Para os diversos
momentos de observação, valores de Pio menores a cada
nota de corte correspondente indicam maior probabilidade
de pertinência ao grupo controle, enquanto valores
maiores do que a nota de corte, indicam maior probabilidade
de pertinência ao grupo glaucomatoso.
A ibopamina (N-metildopamina 3,4 ester
diisobutírico) utilizada como colírio é hidrolizada à
epinina, um análogo da dopamina quando em contato
com meio ocular. A epinina combina-se com receptores
alpha adrenérgicos e D1 dopaminérgicos que
causam,respectivamente, após sua ativação, midríase
não cicloplégica e aumento na produção de humor aquoso.
Devido à deficiente drenagem intraocular presente
em indivíduos glaucomatosos, estes pacientes apresentam
aumento da Pio significativo quando submetidos à
aplicação de ibopamina tópica(2,5,7). Seguindo este princípio,
diversos testes foram estudados como indicadores
prognósticos do glaucoma, como os testes de sobrecarga
hídrica, provocativos de midríase e ensaios
terapêuticos(8).
Existem relatos na literatura demonstrando que
a ibopamina tópica é capaz de identificar alteração no
escoamento do humor aquoso mesmo em olhos com Pio
estatisticamente normal(3), sendo porém este aumento
mais evidente em olhos glaucomatosos, evidenciando a
comprovada ação sobre o equilíbrio hidroeletrolítico
ocular.
Utilizamos em nosso estudo a ibopamina a 2%,
bem como em outros ensaios descritos na literatura. Um
estudo, comparando ibopamina tópica a 1 e 2% como teste
provocativo para GPAA, encontrou a melhor relação
sensibilidade/especificidade na observação da Pio após
45 minutos da administração de ibopamina a 2%, porém
não foi encontrada diferença estatisticamente significante
em qualquer medida comparando as duas concentrações.
Os autores recomendam a utilização da ibopamina a 2%
como teste provocativo por sua maior sensibilidade. A
ibopamina a 1% é indicada para o tratamento da
hipotonia ocular por sua menor concentração e também,
boa relação sensibilidade/especificidade(7,9).
Em nosso estudo, todos os pacientes relataram ardência
de leve intensidade após aplicação do colírio, queixa
esta frequente nos relatos da literatura. Alguns(3) pacientes
queixaram-se do odor desagradável do colírio, sendo
esta queixa pouco frequente em estudos semelhantes.
Utilizamos 2 gotas de ibopamina a 2% com intervalo
de 5 minutos entre cada aplicação, bem como relatos
prévios da literatura(7,8,10) e consideramos o teste positivo
quando observado aumento igual ou maior a 4 mmHg em
relação a Pio basal, o que é descrito na grande maioria
dos relatos, embora alguns estudos considerem um aumento
maior ou igual a 3 mmHg como positivo(7).
Utilizamos ibopamina em pacientes glaucomatosos
em uso ou não de medicação hipotensora,
exceto os análogos de prostaglandinas, devido ao estudo
na literatura que observou comportamento semelhante
das pressões ao teste com diferentes drogas
hipotensoras, o que não foi observado nos usuários de
análogos de prostaglandinas. No estudo essa diferença
é atribuída hipoteticamente à drenagem alternativa
pela via úveo-escleral(8.11).
Realizamos aferição da Pio em 30, 45 e 60 minutos,
como descrito na grande maioria dos estudos. Um
estudo(8) realizou a medida em 180 minutos, o que não
concordamos, considerando tempo excessivo dispendido
pelo paciente e metabolização de grande parte da
ibopamina, perdendo assim importância para real aplicação
do teste no ambulatório oftalmológico.
Em nosso estudo, os grupos controle e
glaucomatosos foram os que demonstraram comportamentos
mais diferentes entre si, com maior elevação da
Pio em glaucomatosos.
Observamos também que dentro de cada grupo, o
momento de observação (30, 45 ou 60) gera valores estatisticamente
diferentes entre si, sendo a principal variação
nas comparações das medidas após a administração
da ibopamina com a Pio basal e não propriamente
com os momentos de observação entre si.
Um estudo comparativo da Pio em 30, 60 e 180
minutos observou um aumento estatisticamente maior
no minuto 30, com sensibilidade de 87% e especificidade
de 95%(8).
Já na avaliação de Magacho et al.(7) o teste demonstrou
melhores resultados no minuto 45 para ambos
os olhos com sensibilidade de 84,6% e especificidade de
73,3%.
Em nossa avaliação, encontramos melhor eficiência
do teste no minuto 60, bilateralmente,atingindo
valores de sensibilidade e especificidade de 90%.
O teste provocativo da ibopamina a 2% pode ser utilizado com segurança na propedêutica do GPAA. A ibopamina gera maiores alterações na Pio em pacientes glaucomatosos, alcançando maior sensibilidade e especificidade como teste diagnóstico quando a Pio é medida 60 minutos após sua aplicação.
| 1. |
Virno M, Taverniti L, Taloni M, Ioppolo A, Pellegrino N. Studio sperimentale degli effetti locali e sistemici dell'ibopamina, farmaco dotato di attivitá adrenergica e dopaminergica. Boll Ocul. 1986;65:1169 |
| 2. |
Virno M, Taverniti L, Motolese E, Taloni M, Bruni P, Pecori- Giraldi J. Ibopamina: nuovo midriatico non cicloplegico (nota preliminare). Boll Ocul. 1986;65:1135-46 |
| 3. |
Virno M, Pecori-Giraldi J, Taverniti L, Taloni M, Pannarale L. Intraocular hypertensive effects of topically administered ibopamine in eyes with hydrodynamic disorders: provocative test for glaucoma. Glaucoma. 1990;12:88-92. |
| 4. |
Virno M, Gazzaniga A, Taverniti L, Pecori Giraldi J, De Gregorio F. Dopamine, dopaminergic drugs and ocular hypertension. Int Ophthalmol. 1992;16(4-5):349-53. |
| 5. |
Virno M, Taverniti L, De Gregorio F, Sedran L, Longo F. Increase in aqueous humor production following D1 receptors activation by means of ibopamine. Int Ophthalmol. 1996- 1997;20(1-3):141-6. |
| 6. |
Virno M, Pannarale L, Arrico L, DeGregorio F. Increase in aqueous humor production by topical administration of ibopamine, a dopaminergic agonist, in glaucomatous and healthy eyes. Invest Ophthalmol. 1994;:2052. [The Association for Research in Vision and Ophthalmology Annual Meeting. Sarasota, Florida, May 1-6, 1994]. |
| 7. |
Magacho L, Costa ML, Dessimoni A, Avila MP. Comparação entre o teste de ibopamina a 1 por cento e a 2 por cento no glaucoma primário de ângulo aberto: sensibilidade, especificidade e tolerabilidade. Arq Bras Oftalmol. 2006;69(5):695-9. |
| 8. |
Magacho L, Costa ML, Lima FE, Magacho B, Ávila MP. Análogos das prostaglandinas diminuem a sensibilidade do teste provocativo da ibopamina no glaucoma. Arq Bras Oftalmol. 2006;69(2):193-6. |
| 9. |
Lima FE, Pacífico M, Carvalho D, Avila M. Ibopamina tópica em hipotensão ocular. Rev Bras Oftalmol. 1999;58(2):143-7. |
| 10. |
Lima FE, Guimarães NLD, Santos LM, Costa LP, Ávila M. Ibopamina tópica na propedêutica do glaucoma. Rev Bras Oftalmol. 2002;61(2):109-13. |
| 11. |
Magacho L, Lima FE, Costa ML, Fayad FA, Guimarães NL, Avila MP. Ibopamine provocative test and glaucoma: consideration of factors that may influence the examination. Curr Eye Res. 2004;28(3):189-93. |
Copyright 2008. Todos os direitos reservados a SBO - Sociedade Brasileira de Oftalmologia