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Nos primeiros nove meses de 2017, o transplante de córnea no Estado do Rio superou todo o ano de 2016. Foram realizados 664 transplantes enquanto em todo o ano de 2016, 575

"Os números alcançados no Estado do Rio mostram que estamos avançando na questão da doação de órgãos, organização da fila de inscritos e realização dos transplantes. A fila de espera por um transplante como esse era de 10 anos em 2009 e em 2017 conseguimos reduzi-la para um ano", segundo o oftalmologista Gustavo Bonfadini, diretor médico do Banco de Olhos do Rio de Janeiro-INTO e coordenador da Câmara Técnica de Transplante de Córnea.

- A doação de órgãos só é possível se houver solidariedade, se as pessoas estiverem bem informadas sobre esse assunto, por isso, temos que debater, temos que conversar com nossos familiares e amigos. As córneas podem ser afetadas por vários problemas e em muitos casos o transplante é a única chance que a pessoa tem de voltar a enxergar – ressalta Gustavo Bonfadini ao destacar a importância da Semana de Incentivo à Doação de Órgãos

-Tecidos como córnea, ossos e pele podem ser doados tanto nos casos de morte encefálica quanto na morte resultante de parada cardíaca, diferentemente do que ocorre com órgãos como o coração, fígado e rins, entre outros, cujos doadores devem ser pessoas que sofreram morte cerebral. Assim como na doação de órgãos, a autorização familiar é a única forma de garantir que as córneas sejam doadas. Após a captação, que deve ocorrer em até seis horas depois do falecimento, elas podem ser devidamente armazenadas por até 14 dias, facilitando as cirurgias de transplante.

Para o diretor médico do Banco de Olhos do Rio de Janeiro, hoje um paciente que necessite de um transplante de córnea não precisa mais se deslocar para outro estado para receber o tratamento de um transplante de córnea. No Rio ele já pode se beneficiar dos resultados que estamos alcançando.
Oftalmologista Gustavo Bonfadini, diretor médico do Banco de Olhos do Rio de Janeiro

 

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